Muito Obrigado.
Durante todo o tempo que passei ao teu lado
Vivi os mais lindos momentos de minha vida
Sempre nos momentos difíceis
Lembrava da primeira vez em que segurei tuas mãos entre as minhas
Houve tempo de tempestades
Tempos, difíceis realmente...
Mas graças a eles, me foi possível descobrir a real dimensão do meu amor
Descobri te amar tão profundamente, que mesmo sem querer
Dei minha vida em tuas mãos
O tempo passou...
E hoje sei que te perdi para sempre
Mesmo assim, não me revolto ou sinto-me no direito de reclamar da vida
Pois durante todo o tempo que vivi ao teu lado, eu tive flôres
E uma hora a vida iria me cobrar por isso, sendo assim
Obrigado Deus, por ter colocado este anjo em meu caminho.
Obrigado, por toda paciência, por ter tentado consertar este homem cheio de defeitos
Obrigado, por ter me ensinado o que nunca ninguém soube dizer
Literal, prática e intensamente
O real significado da palavra Amor!
Por isso é do fundo do meu coração que lhe digo
Eu te amo!
Muito Obrigado!
Ricardo Silveira
Amor...
É impossível definir em palavras ou tentar quantificar este sentimento.
Por isso o amor é inefável.
E sendo inefável, isto é, não existindo uma linguagem ou matemática adequada para se definir, o amor deveria também ser inominável, isto é, não pode ter um nome.
Entretanto, durante a vida ouvimos inúmeras pessoas, com uma quantidade quase infinita de transcrições, que homens de diferentes culturas e épocas usaram para o tentar definir.
Hoje, compreendo que esta grande diversidade de definições justamente mostra a incapacidade que o homem sempre teve para alcançar o amor verdadeiro e incondicional.
Uma dificuldade que poderia ser explicada se o entendermos como um sentimento infinito, perfeito, sublime, incondicional e, portanto, superior à natureza de que faz parte nossa compreensão.
E mesmo que este ainda seja inefável, para mim hoje ele só teria um nome:
O de minha amada!
Ricardo Silveira
O que é uma bela poesia, se não, fragmentos melancólicos de um amor muitas vezes não correspondido.
A poesia pode ser um imenso texto
Ou conter somente uma linha
Não importa seu tamanho
Importa seu sentimento
Seu conteúdo
Importa, como ela toca
Camada por camada de nosso ser
Camada por camada descrita
Deste frágil ser que a escreveu
Que abriu sua dor
Sua mais profunda privacidade
Que tentou expor todo seu sentimento
Seu amor
Tentou transcrever em palavras
O que não pode ser descrito
Que não pode ser contido em um simples texto
Em vocabulário tão pobre, simples e inefável
Algo tão complexo e imenso
Estes são meus fragmentos
Que não traduzem e não possuem esta pretensão
Apenas reafirmam
O amor que ainda sinto
Que hei de sentir ainda
Por muito, muito tempo
Por você!
Que tornou este sentimento dentro de mim tão imenso
E que hoje, o que me resta
São textos, cartões e fotos de lembrança.
Cacos de vida
Hoje tão meus, estes
Pequenos fragmentos teus...
Ricardo Silveira
Eu te amo.
Mesmo com todas as indiferenças
À mim administradas
Em meu coração a esperança, ainda é preservada
Lembro-me de você todos os dias
Em cada xícara suja de café
Que tornei hábito, por também tomar
(Qualquer coisa que me faça "sentir" perto de ti)
Eu acredito em qualquer coisa que disser (pra voltar)
Como eu queria você agora...
Diria baixinho em teus ouvidos
O quanto sempre te amei
Eu amo tuas mãos
Desde que seguraram as minhas...
Eu te amo pela tua essência!
Pelo que você é
E pelo que me tornou
Ainda que distante para ver ou saber
Amo seu molho xoxo de cachorro quente
Tudo que só você sabia fazer
Eu amo todas as lembranças
Que me levam a ti.
Eu te amo de alma pra alma.
Muito além de meras palavras
Ainda que eu te ame, ainda mais a cada dia
Enquanto mantenho-me em silêncio
Sob todos os momentos difíceis que a solidão nos lança
É com as lembranças de ti que me defendo
Com teu sorriso lindo!
Que a tudo ilumina
Eu te amo!
Por tudo que se foi
E por tudo que jamais será igual.
02/09/2015 - 04:42 AM
Ricardo Silveira
Triste busca
De uma alma perdida
Há tanto abandonada
Reclusa em sua infinita amargura
Já não há mais cura
A luz ofusca a visão
Daqueles que nas trevas permaneceram tempos sem guia
Atormentados em sua própria loucura.
Louco? Talvez melhor, se assim o fosse.
Alheio às pessoas que cruzam por minha vida
Nunca apreciaria o amor; e anestesiado pela ignorância.
Jamais conheceria tamanha dor, tamanho sofrimento.
Cada um sabe de sua dúvida, de seu lamento.
Mas do que adianta sobre isto falar?
São apenas palavras, jogadas ao vento...
Afinal a busca não termina aqui, não neste lugar.
Não há cura para minha consternação
É uma cruzada sem efeito
Uma guerra onde não há vitorioso
Apenas um coração sem ti
Para dar-lhe motivos, para bater no peito.
Ricardo Silveira
Sem amor, a vida não tem sentido.
É sublime se saber, estar ciente de amar,
Só não sente falta
Aquele que nunca conheceu, amor...
Melhor com alguém
Sem dúvida, repartido
Metade sem controle
Que chora, que erra, que ama e perdoa
Que nos torna dependentes e a mercê
Deste sentimento, o amor.
É ver nos olhos de outrem
Mesmo sabendo, ser mais um no mundo
Lhe ser único.
E se com o tempo
Este, tiver partido...
Acredite!
É melhor saber o que é amar.
...Ainda que não correspondido.
Ricardo Silveira
Quando amadurecemos e passamos pelos desertos da vida, onde temos toda liberdade do mundo, mas poucas opções... Aprendemos o quanto é ruim o egoísmo e o valor da "calmaria".
A calmaria que transforma amores irresponsáveis e coloridos, aquele sentimento de que não nos cabe conhecer o que virá, mas que todo dia seja festa, em um desejar que um dia, um amor tranquilo nos dê a graça de seus beijos com alma. E que sejamos para este outrem o mesmo, sem correr o risco do abandono.
Pois todos merecemos um amor tranquilo, não um amor que enlouqueça, mas que nos mostre o rumo de algo maior, que acrescente, que nos engrandeça a alma, nos encha de vida e alegria de ter o outro perto. Até aqueles que, desacreditam num relacionamento duradouro, seja por conta de outras experiências, de amigos ou pais que não deram certo, merecem experimentar essa "calmaria".
Pois, com certeza, tua alma gêmea vive a te buscar, mesmo quando você mente a si, ao dizer que não precisa da tranquilidade de um amor para viver de ombros leves e pés firmes, ou por orgulho ou egoísmo, atribui a culpa ao outro por todos os erros...
A paz para amar não esta no outro, esta dentro de nós mesmos.
E todo relacionamento é uma troca, já parou para pensar honestamente em como você se vê?
Então, o que você tem para tocar?
Ricardo Silveira
Laços insanos
Estes que me prendem aqui
Passam-se os anos
E, se quer em mim encontro.
A coragem necessária ou mesmo forças
Para algo que há muito já deveria ter feito
Se não fossem esses laços insanos...
Esse temor estranho que me corroe as vísceras
E o coração
A cada dia, um pouco de minha alma se esvai.
Mas por questões intrínsecas
Além das forças de minhas mãos
Inda, se o ouve bater no peito.
Fazendo correr o sangue
Em uma carcaça já quase sem alma
Ah! Se não fossem esses laços insanos...
Que nos prendem e nos sufocam
Colocando-nos entre a saudade e a solidão
Entre o amor e o ódio
Entre o certo e o errado
Mas o que seria mais errado?
O que fazem a ti, ou o que tu fazes a ti mesmo?
Laços eternos, laços insanos...
Não importa onde se está
Não importa a voz da razão
Tudo irá soar insanamente
Todos irão dizer que foi loucura
Más quem são os verdadeiros loucos?
Aqueles que se libertam
Ou aqueles que “vivem” acorrentados a crenças infundadas
Presos pelos seus laços insanos...
Ricardo Silveira
Há um ponto na vida, em que sabemos
ninguém ser mais que ninguém
mesmo assim colocamos aquela pessoa
acima e além de todas
até de nós mesmos
e nos preenchemos da sensação de "realização própria"
Há um ponto na vida, que conscientes estamos
de todos os nossos desejos e anseios
mas colocamos as vontades alheias acima das nossas necessidades
curvamos como um galho de madeira ainda verde
E nos damos convencidos por termos dado mais um passo adiante
Há um ponto na vida, em que se doar
não é mais uma mera opção escolhida
é uma necessidade
é a felicidade alheia que nos contagia
e se torna nossa felicidade
ver que não importando a situação
houve companheirismo
aquele que por fim
torna dois, um só
e a uma única palavra que os defina
Amor!
Ricardo Silveira
Viva sempre com amor no coração.
Problemas fazem parte da nossa vida, porém não deixe que eles o transformem em uma pessoa amargurada.
Momentos felizes virão, momentos tristes também, crises...
Estes eventos vão estar sempre se sucedendo, testando nossa natureza, nosso coração e fé e às vezes você não terá escolha.
Então, enfrente de coração aberto, com amor, perdão, resignação e doçura, empregue seu conhecimento, seu estudo, reveja seus conceitos, seus temores, objetivos e se for necessário, retorne ao princípio e comece a construir o seu templo interior novamente, seu ambiente de trabalho, seu relacionamento...
Nunca é tarde demais para recomeçar e escrever uma nova história!
Ricardo Silveira
O que é preciso para se viver?
Já não sei onde procurar
Essa tal felicidade
Que alguns dizem conhecer
Ouço comentar
Mas já não posso mais crer
Tudo parece infundado
Doces ilusões
De algum moribundo apaixonado
Quase acreditei...
Quase acreditei nas suas promessas
Etéreas
A felicidade? Não cheguei a conhecer
Apenas o penar
Apenas o sofrer
Seria melhor não ter lhe conhecido
Por ti, não ter me apaixonado
Viver, pode ser sonhar
Mas eu vivo o pesadelo, de não poder ti ter
Ricardo Silveira
Lembro-me tanto de nossos anos juntos
Nunca houve nada que me tirasse de você
Mas um dia as coisas chegam ao fim
E você partiu...
Lembro-me tanto de nossos anos juntos
Ainda que mentisse dizendo que eu era seu único amor
Quando tinha você em meus braços
Eu estava no paraiso!
Não hávia nada mais que eu quisesse
Lembro-me tanto de nossos anos juntos
E isso é todos os dias...
Mas eu te fiz uma promessa
De jamais te procurar
Mas você é tudo que eu quero!
Tudo de que eu preciso
E eu olho no espelho e te encontro aqui
Todos os dias, dentro do meu coração
Lembro-me tanto de nossos anos juntos
Eu quero!
Eu preciso!
Te ter em meus braços
E estar no paraíso novamente!
Ricardo Silveira
A vida é um ciclo
E o amor como tal, também segue esse padrão
“Se assim, não é amor” diriam os poetas
Mas eu vos digo
Que mesmo o mais puro e sublime amor
Não sobrevive a uma via de “mão única”
Tudo na natureza
Necessita estímulo
Necessita de um cuidado, para alcançar certa longevidade
Infelizmente, só damos valor a algo
Quando já não possuímos mais
Por isso somos os únicos culpados
Por perder quem amamos.
As sementes do cuidado, do carinho, da atenção
Têm de ser plantadas hoje
E regadas com moderação
Tanto, amor como água em demasia
Afogam os relacionamentos
Ame de forma incondicional e altruísta!
Mas lembre-se!
O amor é como uma planta.
Precisa ser cuidada
"Depois de morta, não adianta regar..."
Ricardo Silveira