A Falsidade
Ela existe em todos os meios, em todos os lugares. Bem é muito difícil lidar com pessoas falsas, pois se prevalecem de uma amizade, para por trás fazer o inferno na vida de alguém. E como lidar com os falsos amigos, é saber quem são Eles
e no exato momento desmascará-los dando o desprezo que merecem. Sim, só assim estaremos calçados contra essas pessoas falsas, sem caráter, covardes que só sabem é trazer a discórdia. Na comunidade onde se mora então, é terrível, pois existem muitos falsos amigos que se dizem solidários, que por terem ajudado, alguém num momento difícil, se acham no direito de falar, mas não querem nunca ouvir, se acham os donos da verdade, quando nada sabem, a não ser, destilar o veneno que lhes é peculiar. Falso amigo é aquele que houve o que um fala e conta pro outro, isso não é amigo, e nem gente. A falsidade é o mal do mundo, a falta de solidariedade, também. Os dedos das mãos não são iguais, porque seriam os amigos? É aprendi na vida que amigo é dinheiro no bolso; É sentar num bar e beber nesse momento, vários "amigos" aparecem, mas dê o poder a um deles que saberás quem é; Fique doente, que verás quantos amigos você tem; Fique sem dinheiro, que todos aqueles que sentaram no bar com você, não mais apareceram. Você tem o poder de escolher seus amigos, de levar para a sua casa somente aqueles em que você confia, que terá carinho, respeito e o principal, cumplicidade. Se conhece o verdadeiro amigo nas horas difíceis, nesse você pode e deve confiar.
eu
E então ao perguntar dele, ela respirou fundo, estampou um sorriso falso e começou…
É uma pessoa que eu não conheço totalmente, alguém que não posso brigar quando eu tenho ciúmes, alguém que, aliás, nem me dá razões pra isso. Uma pessoa totalmente imprevisível, que me provoca e eu não sei negar, não sei achar ruim, não sei mandar, só sei pedir, alguém que me irrita, me machuca, me dói, me intriga… Quem, sem querer, me deixa com um eterno ponto de interrogação sobre a cabeça.
Mas alguém que quando quer, quando quer pra valer, sabe roubar dez, até mil, sorrisos se precisar. Alguém que quando esquece do mundo, sabe me fazer a pessoa mais feliz do mundo. Me faz bem. Mas só quando quer.
Um enigma. Algum tipo de labirinto que me apareceu…
E eu entrei.
Tumblr
Mas agora tudo parece falso em mim, tudo parece de faz-de-conta, por isso estou te escrevendo em vez de telefonar, optei por escrever porque minhas palavras escritas seguem do jeito que sempre foram. (...) Impossível continuar vivendo sem autenticidade. (...) Eu estou igual, com a diferença de que meus olhos estão abertos. (...) Só me interessa a verdade, só me interessa a vida, me interessa o meu sorriso (...) É com o rosto que a gente abraça as pessoas (...) Quero ser vista, quero me ver, mas no passado, quero retroceder de novo, quero que o tempo volte pra trás, não para ser mais jovem, mas para ser mais sábia. Martha Medeiros
Os ecos do mundo
Autor: LCF
1
Os falsos não sobrevivem... (Sobrevivem...) (Sobrevivem...)
Tens de ser boa pessoa... (Pessoa...) (Pessoa...)
Tens de lutar até às tuas últimas forças... (Forças...) (Forças...)
O bem conquista... (Conquista...) (Conquista...)
O medo torna-nos mais fortes... (Fortes...) (Fortes...)
Todas coisas horríveis irão desaparecer... (Desaparecer...) (Desaparecer...)
Os ecos do mundo vão soar longe... (Longe...) (Longe...)
Em todos os ouvidos... (Ouvidos...) (Ouvidos...)
Em todas as mentes... (Mentes...) (Mentes...)
LCF
Se você estiver escutando com toda sorte de preconceitos, essa é a maneira errada de escutar; esse é realmente o modo de não escutar. Você parece estar escutando, mas você está só ouvindo, não escutando. Escutar corretamente significa que você deixou de lado sua mente. Isso não quer dizer que você tornou-se ingênuo, que você começou a acreditar em tudo que é dito a você. Isso não tem nada a ver com crença ou descrença. Escutar corretamente significa, “Eu não estou agora mesmo preocupado se acredito ou não acredito. Não existe a questão de concordar ou discordar nesse momento. Estou simplesmente tentando escutar seja lá o que for. Mais tarde posso decidir o que está certo ou o que está errado. Depois posso decidir se devo seguir ou não seguir.
E a beleza do escutar corretamente é essa: que a verdade tem sua própria música. Se você puder ouvir sem preconceito, seu coração irá dizer que isso é verdade. Se isso for verdadeiro, um sino começa a tocar em seu coração. Se não for verdadeiro, você permanece separado, despreocupado, indiferente; nenhum sino toca em seu coração, nenhuma sincronicidade ocorre. Essa é a qualidade da verdade: que se você escutá-la com um coração aberto, ela imediatamente gera uma resposta em seu ser – seu próprio centro é elevado. Asas começam a crescer em você; subitamente o céu inteiro é aberto.
Não é uma questão de decidir logicamente se o que está sendo dito é verdadeiro ou inverídico. Pelo contrário, é uma questão de amor, não de lógica. Verdade imediatamente cria um amor em seu coração; alguma coisa dispara em você de uma maneira bem misteriosa.
Mas se você escutar erradamente – isto é, cheio de sua mente, cheio de seu lixo, repleto de seu conhecimento – assim você não irá permitir seu coração responder a verdade. Você irá perder a tremenda possibilidade, você perderá a sincronicidade. Seu coração estava preparado para responder a verdade… ele só responde a verdade, lembre-se, ele nunca responde ao falso. Com o inverídico ele permanece inteiramente silencioso, impassível, indiferente, quieto. Com a verdade ele começa a dançar, começa a cantar e os lótus se abrem, e a terra inteira é despertada.
Osho
É injusto que se apeguem a mim, embora o façam com prazer e voluntariamente. Eu iludiria aqueles em quem despertasse desejo, pois não sou o fim de ninguém e não tenho com o que satisfazê-los. Não estou eu pronto a morrer? E, assim, o objeto de apego dessas pessoas logo morrerá. Logo, quando não seria eu culpado por fazer crer numa falsidade, embora eu a adoçasse a acreditasse nela com prazer, e que ela me desse prazer, ainda assim sou culpado de me fazer amar. E, se atraio as pessoas para que se apeguem a mim, devo advertir aqueles que estariam prontos a consentir na mentira de que não devem acreditar, qualquer que seja a vantagem que daí me advenha.
(Pensamentos)
Blaise Pascal